sexta-feira, 29 de junho de 2012

O julgamento de Osíris

O culto dos mortos assim como a preocupação com o que há depois da morte é algo que se perde na imensidão do passado. Ainda que não seja um grande especialista na área, não posso deixar de expressar o meu fascínio pelo Julgamento de Osíris, descrito no Livro dos Mortos.

Após a morte do indivíduo e, depois de todo o processo de mumificação, este inicia a sua viagem para a outra vida. O morto embarca na barca de que o leva até à entrada do Amenti (morada de Osíris) onde é apresentado a Maat (grande deusa com duas plumas na cabeça que simbolizam a verdade e a justiça). Dela vai depender a sua salvação. Agora pode iniciar o seu périplo pelas 42 câmaras onde 42 juízes irão julgar os seus pecados. O morto terá que provar a cada um dos juízes que viveu de acordo com os mandamentos da religião. Ao ultrapassar as 42 câmaras, é recebido por Hórus, filho de Osíris e deÍsis. Ele também quer ser apresentado como filho de Osíris, confundindo-se ou unindo-se ou ainda fundindo-se a Hórus. Eis que chega finalmente à derradeira câmara. A câmara do Tribunal. Aqui o seu coração é tomado por Anúbis e Hórus e colocado num dos pratos da balança. No outro prato estará a Pena de Maat, que simboliza a verdade e a justiça. O coração deverá equilibrar o prato da balança de forma a evitar a condenação. Cabe ao deus Thot, deus da escrita e e criador de toda a cultura, lavrar em tábua o veredicto. Caso o morto seja condenado, este é atirado a Amentis ou Babai, o monstro devorador com cabeça de crocodilo. Se for absolvido tem liberdade para avançar para as nove câmaras seguintes onde se dará a sua exaltação.




Nina Simone - I put a spell on you



Lancei-te Um Feitiço

Lancei-te um feitiço
Porque és meu

É melhor parares de fazer o que fazes
Eu não minto,
não, eu não minto

Tu sabes que eu não aguento
Estás a brincar
Tu bem sabes
Não consigo aguentar porque me deitas abaixo

Lancei-te um feitiço
porque és meu
És meu

Eu amo-te
Eu amo-te
Eu amo-te
Eu amo-te de qualquer jeito
E eu não quero saber
se não me queres
porque eu sou tua agora

Tu ouviste-me,
eu lancei-te um feitiço
porque és meu

terça-feira, 26 de junho de 2012

5 fatos assustadores sobre o futuro da Terra e da tecnologia


Existem muitos filmes apocalípticos sobre o futuro da Terra. Boa parte deles lida com o desaparecimento da água do nosso planeta ou, então, a iminente ameaça de uma catástrofe aleatória, como um meteoro gigante ou planeta que resolve se chocar contra o nosso mundo. 
Porém, apesar de toda a fantasia desses títulos, não é muito difícil extrapolar algumas situações para ter uma ideia dos cenários terríveis que nos aguardam.

Com a constante ação do homem sobre a natureza e o desenvolvimento tecnológico cada vez maior, podemos estar criando não apenas um mundo sem pandas e tigres-de-bengala, mas também sem elementos químicos essenciais para a continuação de nossa espécie.

Sem o cobre, estaremos perdidos


 
Cobre nativo com cerca de 4 cm (Fonte da imagem: Jonathan Zander/Wikimedia)


O cobre é um dos elementos químicos mais importantes e usados da Terra. Por ser um grande condutor de eletricidade e calor, esse metal avermelhado é usado nos circuitos de diversos equipamentos eletrônicos, diariamente. Além disso, há também o emprego do cobre em motores elétricos, joias, canos d’água, invólucro de munição militar e na construção e decoração de edifícios e casas.

Mas o principal problema no uso desenfreado desse elemento é o fato de que temos uma reserva finita dele; por isso, um dia o cobre começará a desaparecer e a gerar um mercado de disputa bastante agressivo. Se hoje é normal ver notícias sobre o furto de cabos de cobre, imagine esse tipo de atividade daqui a algumas décadas.

De acordo com o site Salon, o mundo tem usado o cobre há pelo menos 10 mil anos, mas 95% da extração do elemento foi realizada a partir dos anos 1900. Se continuarmos nesse ritmo e não descobrirmos novas fontes de cobre ou reavaliarmos os nossos objetivos, pode ser que até mesmo a indústria de eletrônicos venha a desaparecer.

Animais fofinhos e extintos


 
Réplica dos restos de um pássaro Dodo da Universidade de Oxford (Fonte da imagem: FunkMonk/Wikimedia)

Um dos animais extintos mais conhecidos no mundo todo é, sem dúvidas, o pássaro dodô. Além de ter sido uma espécie muito dócil — o que por si só colaborou com a sua extinção —, o dodô também foi prejudicado pelo ser humano ao ter que enfrentar ameaças externas e adaptadas ao seu habitat, como mamíferos que se alimentavam de seus ovos.

Esse é um caso do que chamamos de extinção em massa do Holoceno. Junto com o nosso simpático pássaro, também foram mortas as aves-elegantes, o mamute-lanoso, o sapo-dourado e outras espécies.

Porém, isso não é a tudo: a extinção de outras espécies animais continua a ser promovida ainda hoje. Em outubro de 2011, por exemplo, foi confirmada a aniquilação dos rinocerontes que viviam no Vietnam.  Além disso, grandes felinos como leões e tigres podem estar extintos dentro de 20 anos. E com o desaparecimento desses predadores, o ecossistema das regiões asiáticas e africanas pode se tornar uma grande bagunça.

Balões de festa profetizam o nosso fim


Apesar de bonitas, cenas como essas são uma ameaça à ciência e tecnologia (Fonte da imagem: Helen Warren)


O cobre não é o único elemento em vias de extinção e que fará falta para o mundo da tecnologia. Além dele, há também o gás hélio, usado popularmente para dois objetivos talvez dispensáveis: encher balões de festa que flutuam e, se inalado, falar com voz fina, de desenho animado.

Porém, há outros usos mais importantes para o gás hélio, como o uso em máquinas de exames médicos e até mesmo no acelerador de partículas do CERN, o LHC. Infelizmente, essa e outras aplicações do hélio correm perigo, devido ao uso que fazemos desse recurso não renovável. Portanto, antes de encher um balão de hélio para a festa do seu irmãozinho, pense no futuro da tecnologia.

Inclinação axial da Terra


 
Com o afastamento da Lua, terra ficará mais inclinada (Fonte da imagem: NASA)

O planeta Terra gira em torno de seu próprio eixo, de maneira levemente inclinada. Porém, com o passar do tempo, pode ser que essa inclinação aumente e desestabilize fatores importantes do nosso mundo, como o clima, tornando-o inabitável.

A razão para isso está na interação entre as forças das marés, a Terra e a Lua, que fará com que o nosso satélite natural se afaste aos poucos de nós e com que o movimento de rotação da Terra perca velocidade. A Lua é essencial para manter a nossa estabilidade gravitacional e, sem ela, esta “terceira pedra a partir do Sol” ganhará uma nova inclinação axial.

Mas não se preocupe! Apesar de os cientistas ainda não saberem com exatidão quando isso deve acontecer, cálculos matemáticos estimam que seja dentro de 1,5 a 4,5 bilhões de anos, ou seja, tempo suficiente para que nós e muitas outras gerações possamos curtir a vida.

Nanoapocalipse tecnológico


E se nanorrobôs se auto-reproduzissem e consumissem carbono? (Fonte da imagem: Shutterstock)

Uma das teorias apocalípticas mais fascinantes, sem dúvida, é a Grey Goo, termo inventado pelo pioneiro Eric Drexler em 1986, no livro “Engines of Creation”. Basicamente, esse cenário consiste de nanorrobôs capazes de autorreplicarem com base no consumo de uma matéria abundante. Apesar de ser uma suposição bastante extrapolada, ela é, de alguma forma, muito atraente e até realista.

Imagine, por exemplo, que, no futuro, o próximo grande vazamento de óleo seja combatido com nanounidades jogadas ao mar, para que consumam o petróleo que está ameaçando a natureza. O plano parece ótimo e corre bem, até que, por alguma razão — e acredite: porcarias acontecem —, uma dessas unidades nanomoleculares começa a se comportar de maneira diferente: em vez de consumir o hidrocarboneto do óleo, ela passa a comer carbono como um todo. Com a capacidade de autorreplicação, o planeta seria transformado em pó em pouco tempo.

Talvez, com o passar dos anos, a humanidade se surpreenda ao saber que, além de outros animais, estamos ameaçando nós mesmos de extinção. Felizmente, ainda não temos tecnologia suficiente para construir nanobots capazes de autorreproduzirem.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/25644-5-fatos-assustadores-sobre-o-futuro-da-terra-e-da-tecnologia.htm#ixzz1yuWi8Gtn

Mais um pacto que acabou mal...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mestre Apolônio de Tyana


APÔLONIO DE TYANA: ELE RESSUSCITOU OS MORTOS?
por Flavio Lins

Apolônio de Tyana é um dos poucos Mestres da Humanidade que realmente existiu e de que dispomos de provas históricas de sua existência.

Apareceu pela primeira vez por volta do início do primeiro século (ano 1 a 100 DC) em Tyana, na Capadócia, atual Turquia, na época este território pertencia à Grécia. Aos dezesseis anos de idade tornou-se um rígido discípulo da Ordem dos Pitagóricos, cujo fundador foi Pitágoras e era uma Ordem Secreta em Samos, na Magna Grécia, atual sul da Itália, sendo uma das poucas regras que sabemos com certeza desta Ordem é o voto de morte por traição, como foi o caso de um irmão que iria revelar o segredo do zero, aparentemente uma revelação inocente, mas para aqueles que sabem o real valor dessa informação entendem os motivos de Pitágoras.

Abandonou o uso de calçados e deixou crescer o cabelo e a barba, vestindo-se exclusivamente com roupas de linho. Logo tornou-se um reformista e fixou residência em um templo de Esculápio, o organizador da medicina moderna, onde Hipócrates estudou, e tornou – se o pai da medicina moderna, e criador do juramento médico, juramento que é o único que existe a palavra iniciado, neste templo muitas pessoas doentes refugiavam-se para serem curadas por Apolônio de Tyana.
Ao alcançar a maioridade, deu parte do seu patrimônio ao irmão mais velho, outra parte distribuiu entre os parentes pobres, reservando para si apenas uma pequena parte, apesar de ser uma pequena fortuna era menos que alguns outros que foram mestres, o qual disseram que era pobre, mais seus discípulos eram ricos e ele mesmo era de descendência real, fato que a Igreja procura ocultar.

Durante seis anos viveu sem pronunciar palavra e, apesar disso, durante o seu silêncio acalmou diversas revoltas populares na Sicília. Destas, a mais difícil de acalmar foi a de Aspenda, porque a tarefa era trazer à razão pessoas levadas à revolta pela fome. A causa deste tumulto foi o monopólio de todo o cereal efetuado por alguns homens ricos, ocasionando uma extraordinária escassez na cidade. Sem proferir uma palavra à multidão enraivecida, o Mestre Apolônio pôs fim ao tumulto popular. Ele não necessitava de palavras. Seu Silêncio Pitagórico produzia os mesmos efeitos que a mais eficiente oratória. Viajava muito, considerava-se um legislador.
Entendia todas as línguas sem nunca tê-las aprendido. Possuía a surpreendente faculdade de saber tudo o que sucedia a uma imensa distância; e quando o Imperador Domiciano foi apunhalado, Mestre Apolônio, que se encontrava na praça do mercado de sua cidade, a uma imensa distância da ocorrência, exclamou: “Golpeai! golpeai! está feito, o tirano não mais existe".
O Mestre Apolônio entendia a linguagem dos pássaros, condenava a dança e outras diversões desse tipo, recomendava a caridade e a piedade, e viajou por quase todos os países do mundo enterrando objetos ditos mágicos e visitando os Cofres do Tempo, onde estão guardados todos os tesouros místicos da humanidade, contam que em um está a excalibur, a espada druida de Arthur, em outro o Santo Graal.

Segundo algumas Ordens ele esteve no Brasil com seus discípulos e visitou um Cofre do Tempo que existe aqui, e segundo a lenda uma expedição fenícia o trouxe, já que Damis era um Arquidruida (Instrutor dos Druidas da Gália, na Inglaterra, Irlanda e Escócia eram chamados de Merlins), e estes eram aliados dos fenícios e ambos dos Hebreus, já que foram os celtas e fenícios que ajudaram na construção do Templo de Salomão, assim como alguns outros aliados que mais tarde foram considerados demônios como Asmodeus, o Senhor da Luxúria.

Sua vida foi toda relatada por Flavius Filostrato, em sua obra APOLÔNIO DE TYANA, alguns afirmam que este personagem é o codinome de Damis, seu discípulo eleito, que segundo a lenda ainda está entre nós, dizem que ele era um Arquidruida que decidiu seguir o Mestre Apolônio, após se conhecerem na Pérsia (atual Irã e Iraque), onde Damis estava, digamos, esperando o Conselho dos Anciões (Aqueles que julgavam os Merlins e Arquidruidas) o perdoar, assim como outros através dos tempos, mas como eles alcançaram a imortalidade? 

Segundo uma lenda famosa nos Círculos Iniciáticos, Mestre Apolônio teria encontrado o Livro de Toth (tema de futura reportagem), este livro possuía o segredo de reencarnar com as memórias ativadas (mentempsicose), o mesmo princípio dos druidas e tibetanos, dava o poder sobre a vida e a morte, e etc..., mas esta obra contém tantos fatos fabulosos que não tenciono introduzi-los aqui.
Muitos compararam precipitadamente os milagres deste Mestre com os do Cristo, traçando paralelos entre eles, apesar de muitos milagres atribuídos a Jesus, são de Mestre Apolônio, alguns segmentos afirmam erradamente que ele era a reencarnação de Jesus. Não se pode negar que este filósofo recebeu grandes honrarias, tanto em vida em vida quanto após seu desaparecimento e, mesmo depois do paganismo, e com o domínio da Igreja que até hoje tenta sumir com as provas de sua existência, sua reputação preservou-se durante muito tempo, inclusive entre os árabes que o consideravam um Mestre em Alquimia.

Escreveu quatro livros sobre Astrologia Judiciária e um tratado sobre Magia Ritualística, ensinando o caminho do Iniciado, como fazer iniciações e invocar os Senhores dos Elementos, falar com os Anjos e etc...

Conta-se uma lenda da seguinte forma: “...que o Imperador Aureliano (tornou-se Imperador de 270 a 285 DC) resolvera demolir a cidade de Tyana, tornando pública sua intenção, mas o Mestre Apolônio de Tyana, de grande renome e autoridade, um fiel amigo dos deuses, e ele mesmo venerado como uma divindade, apareceu-lhe em sua forma mortal quando aquele se retirava para sua tenda, dirigindo-lhe as seguintes palavras: “Aureliano, se desejas a vitória, não penses mais na destruição dos meus concidadãos! Aureliano, se desejas reinar, abstém-te do sangue dos inocentes! Aureliano, se desejas conquistar, sê misericordioso!” Aureliano, reconhecendo a aparição deste velho Mestre por ter visto sua imagem em vários templos, jurou erguer um templo e estátuas dedicadas a ele, alterando assim sua resolução em saquear Tyana”. Recebemos este relato de homens confiáveis, e encontramo-lo em livros.
Ele restituía a vida aos mortos, e por esse motivo foi expulso de Roma pelo Imperador Nero (54 a 65 DC), fazia e dizia muitas coisas além do alcance humano, as quais podem ser encontradas nos muitos relatos nas histórias gregas e árabes de sua vida.  
Os habitantes de Tyana construíram um templo para o Mestre Apolônio, após seu desaparecimento, que aconteceu quando julgado sem justiça foi condenado a morte sendo atirado aos cães selvagens, e neste momento Ele desapareceu perante toda uma multidão que testemunhou o fato. Sua estátua foi erigida em vários templos, após o fato.

O Imperador Romano Adriano (reinou de 121 a 174 DC) reuniu todos os escritos de Apolônio que conseguiu encontrar, guardando-os com cuidado no seu magnífico palácio em Âncio, junto com um pequeno livro valioso de seu filósofo sobre o Oráculo de Trophoninus. Este pequeno livro foi visto em Âncio na época em que Flavius Filostrato viveu.

Nenhum atrativo conseguiu tornar esta pequena cidade tão famosa como este valioso e extraordinário livro de Mestre Apolônio. Conta-se que um sábio príncipe indiano, um hábil mago, fez sete anéis dos sete planetas e deu-os a Apolônio. Ele passou a usá-los, um a cada dia da semana, os quais lhe propiciaram boa saúde e o vigor da juventude até uma idade bem avançada.
Sua vida foi traduzida do grego de Flavius Filostrato para o francês por Blaise de Vigners, com um comentário bem amplo de Artus Thomas, Lorde de Embry, um parisiense. 

Alguns dissem que o Grande Mago Michel Scot escreveu uma biografia do Mestre e a escondeu junto com seus outros livros secretos.
Posteriormente, foi feita uma tradução inglesa de sua vida, que foi condenada e proibida sem razão aparente. Caro leitor se você se identificou com esta reportagem, nos procurem, para que possamos divulgar sua obra em nosso país. 

Prof Flavio Lins é Diretor da Magus Magnus Magister e representa o culto Druida no Brasil.

O mundo governado por idiotas...

terça-feira, 19 de junho de 2012

BRUXARIA DE AMARRAÇÃO MAGIA CIGANA E MEU AMOR DE VOLTA 2012












Workshop de Baralho Cigano
Apenas 15 vagas!



Com os seguintes tópicos:
  •   Noções sobre proteção psiquica
  • Sagração e ou consagração do baralho e ou taro cigano
  • Espiritualidade cigana
  • Noção de magia cigana 001
  • As 36 cartas e seu simbolismo
  • O poder mental sobre as cartas
        
      

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      "O principal objetivo dos workshops produzidos pelo Mago Flávio Lins e pela Márcia Mattos é o de      disseminar o conhecimento." 


segunda-feira, 18 de junho de 2012

A ciência dos druidas


Uma prévia sobre a ciência dos druídas.


" O HOMEM É MODESTO NAS PALAVRAS E EXCEPCIONAL NOS ATOS ".
Confúcio


Embora os Druidas somente neste milênio haja se apresentado publicamente, contudo
a atuação deles é muitíssimo mais antigo do que se pensa. Antes de a Atlântida ser
tragada pelo oceano muito das pessoas que lá viviam migraram, e que uma das
correntes migratórias foi habitar no oeste da Europa. Com certeza os desse grupo
foram os Druidas, mas que por milênios viveram sem desenvolverem uma
civilização, mesmo assim conservando a ciência trazida do Continente submerso.
Os Druidas tinham grandes conhecimentos astronômicos como se pode ver pelos
círculos de pedra. Aquelas construções tinham dupla finalidade, a de servir como
centros de força telúricas e siderais para a realização dos rituais e, ao mesmo tempo,
também, funcionavam como observatórios, especialmente dedicados à marcação das
efemérides anuais, ou seja, eram calendários por meio do que o povo pudesse
evidenciar a posição do Sol e de algumas estrelas em relação com determinados
monumentos e assim pudesse saber das datas festivas, do início dos períodos próprios
para início do plantio, etc. Contudo, este se constituía um uso secundário e popular,
pois na realidade aquelas construções diziam respeito à utilização das forças telúricas
e siderais, e em especial aquelas forças ligadas as ciências dos cristais, trazidas para a
Europa pelos emigrantes da Atlântida.
Os Druidas foram considerados magos, feiticeiros, especialmente em decorrência dos
conhecimentos que eles tinham de medicina, do uso das plantas medicinais, do
controle do clima, etc. Eram capaz de provocar manifestações telúricas e siderais,
provocar ou fazer cessar chuvas, isto, é, controlar o ritmo das chuvas, de desviar
furacões e ciclones, controlar as marés, atenuar os tremores de terra e as erupções
vulcânicas, alem de outros fenômenos climatológicos. Isto eles dominavam bem e
procediam em parte com o uso de cristais e em parte pela ação da mente,
evidentemente com um poder muito ampliado graças aos rituais procedidos em
lugares de força, como Stonehenge e outros círculos de pedra.
Evidentemente, os Druidas preocupavam-se mais com o lado pratico da vida, com a
fertilidade dos campos e com o desenvolvimento espiritual do que propriamente com
o desenvolvimento técnico.
Teologicamente o druidismo é bastante similar a Wicca; desde que visava
essencialmente uma forma de relação com a Mãe Natureza, incentivando a dignidade,
a liberdade, e a responsabilidade da humanidade, e coisas assim. Os Druidas
celebram suas cerimônias principais nas mesmas datas em que os celtas efetivavam
seus festivais. Contudo os rituais são diferentes em muitos detalhes, mas visam o
mesmo objetivo que muitos outros rituais classificados pelas Igrejas Cristãs derivadas
do Ortodoxismo, como ritos pagãos. Na realidade visavam estabelecer um elo de
ligação sagrado entre o homem e a natureza, criar um espaço sagrado, visando à
invocação da Deidade, celebrando cerimônia não em templos, mas em contacto direto
com a natureza, criando e intensificando assim um elo entre a Deusa Mãe e a
comunidade.
Apesar de ter um contato muito forte com a Mãe natureza, os druidas acreditam em
Deus como força criadora, ou seja, não existe a mesma dualidade que existe na wicca.
A ciência dos Druidas encerrava muitos mistérios e durante séculos tem se
comentado a respeito de Avalon, uma maravilhosa "ilha encantada", lugar de grandes
mistérios.
Não se pode dizer que Stonehenge, Glastonbury e outros sítios megalíticos hajam
sido construídos pelos Druidas deste milênio, eles apenas usaram o que os seus
antepassados construíram. A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas
construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade, pois foram
construídos logo depois da chegada dos atlantes àquelas plagas. Na realidade foram
construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha
e na Escócia.
Embora os Celtas e Druidas não fizessem uso intenso da linguagem escrita,
especialmente para transmitir seus conhecimentos, mesmo assim eles tinham uma
escrita expressa sob a forma de um alfabeto conhecido por alfabeto rúnico...

-Quer saber mais sobre os druidas? Ouça a Rádio Avallon, toda 3ª, 4ª e 5ª!!
Entre no fórum e encontre mais textos, livros e filmes que falam mais sobre o assunto.
Venha estudar e crescer conosco-

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Web Rádio Avallon

RADIO WEB AVALLON NO AR - DRUIDISMO.ORG - ENTRE CLICK EM PLAY E OUÇA DE QUALQUER PARTE DO MUNDO.

PARTICIPE AO VIVO PELO MSN DRUDISIMO216@HOTMAIL.COM NAS TERÇAS, QUARTAS E QUINTAS AS 22 HS

NAS QUARTAS 22 HS- QUESTIONA QUE TE RESPONDO. PQ TUDO EM MINHA VIDA DÁ PARA TRÁS ? AMOR DINHEIRO EMPREGO E SUCESSO ?

PARTICIPE AO VIVO PELO MSN DRUIDISMO216@HOTMAIL.COM

NAS QUINTAS 22 HS - BRUXARIA DE AMARRAÇÃO FUNCIONA? E COMO TRAZER MEU AMOR DE VOLTA ? 

PARTICIPE AO VIVO PELO MSN DRUIDISMO216@HOTMAIL.COM

A MAIOR RADIO WEB SOBRE WICCA BRUXARIA DE AMARRAÇÃO E DRUIDISMO

DRUIDISMO.ORG

WORKSHOP DE BARALHO CIGANO

TEMPLOWICCA.COM.BR

Coven Câmara Negra
                                 Magia Goétia

Altos Sacerdotes:

Mago Flávio Lins
Sacerdote Márcia Mattos


Apenas 13 vagas para convidados!
 

Pré-requisito: ter feito o workshop de
baralho cigano
(ainda dá tempo de participar, se inscreva aqui)






Fique ligado para mais informações.

Workshop


Baralho Cigano
Workshop Online
 Ministrado pelo Mago Flávio Lins



Apenas 15 vagas!

Com os seguintes tópicos:
  •   Noções sobre proteção psiquica
  • Sagração e ou consagração do baralho e ou taro cigano
  • Espiritualidade cigana
  • Noção de magia cigana 001
  • As 36 cartas e seu simbolismo
  • O poder mental sobre as cartas


30 de junho de 2012
 de 14:00 às 18:00 



Clique aqui e se inscreva agora mesmo!






Principais dúvidas:
*háverá transmisão de video ou apenas voz?
* é nescessário uma internet muito boa?
* deverei ter o tarô no momento do workshop?
* é nescessário eu ter microfone?






Durante os programas da Rádio Avallon essas 
questões serão respondidas.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Meu depoimento


                25 anos! Isso mesmo... 25 anos! Longos anos de tortura psicológica e muita submissão a pessoas e regras que eram muito mal explicadas. Não nego,  eu acredito em DEUS, acredito hoje em gnomos, lobsomens (até mesmo os mostrados na Bíblia) e outras coisitas mais que o pessoal da Rádio Avallon tá sabendo tão bem quanto eu, sempre via muitas coisas e a explicação que me davam era essa: "demônios!" =O
                Hoje ainda engatinhando, consigo ver um caminho. Era algo que eu não tinha, caminhava sem saber pra onde, a única coisa que sabia era que eu tinha que sofrer pra que talvez em um pós-vida eu pudesse ter algo. Eu quero é que tudo se  acerte nessa vida e não na outra!
               
                Mas Bárbara, me diga porque você mudou de ideia tão de pressa? Não foi de uma hora pra outra com certeza, eu sempre tinha questionamentos que não podiam ser respondidos claramente mas que hoje eu consigo entender porque não podiam ser explicados. Era dessa forma porque eu estava procurando respostas nos lugares errados. Não estou dizendo que não fui abençoada onde estava, estou dizendo que se posso viver de uma forma plena e de preferência com a verdade, isso não faz de mim uma criminosa. Não quero ser mártir, quero vencer como todo mundo quer. Quero poder me proteger de pessoas que não só não aceitam minha postura receptiva, como também fazem questão de me destruir mesmo sem eu ter feito nada contra elas. Não posso arrumar o "caos" do universo mas com certeza ninguém vai bagunçar mais o "meu mundo"!
                Quero ser responsável pelo meu destino, quero fazer o meu melhor... amo DEUS, mas acredito que muita coisa que me foi contada até mesmo sobre meu DEUS se não é mentira não é bem verdade. Não me importo se existem outros milhares de deuses, é esse que eu cultuo, sendo o mais forte ou não. A fidelidade é algo que é mais forte do que eu! Quero saber mais sobre a verdade e vou descobrir! Nunca tive medo de ir pro inferno e hoje não é diferente até porque quando chegar no fim, eu glamourosamente, farei metempsicose!! u_ú
                Me aguarde mundo, agora eu sei pra onde estou indo.
                Paz pra quem é de Paz!
               
               
                Bárbara Alves

Imagem fornecida pelo Mago Flávio Lins... rsrsr

quarta-feira, 13 de junho de 2012




OS DRUIDAS E AS ORIGENS DA MAÇONARIA

- Mestre, quantos anos levarei para me tornar um Druida? Perguntou o jovem discípulo.
- Se você se esforçar quatro horas por dia, em oito anos. Respondeu o Mestre.
- Então Mestre eu me esforçarei oito horas por dia, e em quanto tempo eu serei um Druida?
- Em dezesseis anos. Disse o Mestre.
- E se eu me esforçar doze horas?????
- Em trinta e dois anos. Disse o Mestre.


Prof. Flavio Lins



Não há historiógrafo maçom que não inclua essa misteriosa Escola como elemento obrigatório na gênese da Ordem. Afirma-se que foram eles que, nos primeiros séculos do Cristianismo lançaram as sementes da Iniciação maçônica nas Ilhas Britânicas.
Eram considerados sacerdotes dos antigos galos e celtas dos quais deixou Júlio César umas impressões em seus Comentários da guerra nas Gálias: "Exercem o culto, oferecem os sacrifícios públicos e privados e interpretem os mistérios da religião. São eles que aplicam as sentenças em quase todos os pleitos, não somente os de caráter comum, como os privados; se algum delito se comete, se sucede alguma morte, ou se há questão sobre herança ou de limites entre vizinhos, são eles que decidem. Morto este será seu sucessor o que reunir maior número de qualidades ou atributos. Em caso de haver muitos em tais condições, procede-se eleição com os votos dos Druidas. Não. vão a guerras nem pagam tributos como os demais. Estão isentos da milícia e de toda classe de obrigações. Esmeram-se, especialmente, em defender a crença na Imortalidade da alma e sua transmigração de uns corpos para outros. Muitas coisas discutem e ensinam à juventude acerca dos astros e de seu movimento, da magnitude do orbe terrestre, da natureza das coisas, do poder e soberania dos deuses Imortais."
Os Druidas, segundo historiadores maçônicos, conservavam os mistérios das Iniciações antigas, e foram combatidos e destroçados pelas hostes do Imperador Júlio César e mais tarde caçados pelo Imperador Cláudio, quando Roma submeteu todo o ocidente europeu. Afirmou o maçom José Maria Raggon, que desapareceram as antigas iniciações nos colégios druídicos após as perseguições de Júlio César, nas Gálias, até que em 1646, surgiu a Maçonaria Filosófica concebida em três Ritos por Elias Ashmole, a quem se deve o trabalho de restaurar a antiga Iniciação.
Mas, de onde procediam, por sua vez, os Druidas? Para alguns comentaristas e pesquisadores, originam-se de povos bárbaros da Criméia; tinham o nome de Cimbros, e invadiram grandes regiões da Europa Central no ano de 600 antes de Cristo espalhando-se em densas hordas pelos vales dos grandes rios ocupando o norte e o ocidente da Europa.
Na Escandinávia eram conhecidos por Druidas, nas Gálias. Implantaram a religião e os mistérios iniciáticos de crenças e costumes que já haviam recebido de povos orientais. O que os romanos foram descobrir dos Druidas já vinha dos ensinamentos dos Cimbros ou dos Thuata-Dé-Danan.
É dito que eles se dividiam em três classes (na realidade em sete): os Ovates ou Vates, os Bardos e os Eubages. Os Vates eram os depositários dos dogmas secretos, da religião e da filosofia, e exerciam a função de sacerdotes e de juízes. Os Bardos eram poetas que compunham hinos e cantavam nas cerimônias do culto, os feitos heróicos da nação e dos seus heróis.
Os Eubages eram considerados pelos romanos como os seus áugures e adivinhos, estes pré-druidas tinham a seu cargo o governo civil e a agricultura, assim como o relativo aos calendários. Não tinham templos tal qual conhecemos; já que na Doutrina Druida tem que haver uma perfeita harmonia entre o homem e o meio-ambiente, estes templos estavam além da compreensão do homem comum e até hoje além de nossa tecnologia e, segundo alguns, a frente de algumas civilizações alienígenas que já foram derrotadas pelos Druidas (vide a lenda de que os Druidas aprisionaram vários "Demônios" e expulsaram muitos da Terra); celebrando suas cerimônias no interior dos bosques, em volta de uma coluna de pedra, ou de uma árvore frondosa, de preferência um Carvalho, à qual dedicavam especial veneração, como uma árvore sagrada.
Seu culto principal era a Natureza.
Como sucedia com os sacerdotes egípcios, os Druidas transmitiam as instruções sagradas através de ritos iniciáticos àqueles que eram considerados dignos de recebê-las. Apesar do pouco que se conhece sobre suas cerimônias secretas, sabe-se que usavam um altar triangular, a espada de Belinus (Herói representado pelo Sol), e um cofre mítico.
Não sendo possível enfrentar a guerra de extermínio que lhes moveu Roma, refugiaram-se em várias regiões da Europa, notadamente na Germânia e na Escandinávia, continuando a transmitir às gerações que surgiam, seus ritos e mistérios, de forma que, no século XII ressuscitaram as antigas cerimônias, embora já bastante modificadas.
Outros historiadores dão os Cimbros como originários do norte da Alemanha, na região da foz do Elba. Unidos aos teutos derrotaram os romanos no cerco de Noréia. Invadiram a Gália e a Espanha onde foram vencidos pelos celtiberos, seguindo para a Itália, onde também foram derrotados.